segunda-feira, outubro 26

PELO FIM DAS ABSTENÇÕES Voto em Qualquer Local Autorizado - TODO LOCAL DE VOTAÇÃO

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO ELEITORAL Voto presencial fora do domicílio eleitoral no próprio dia da eleição Proposta de criação de seções ou urnas especiais para eleitores residentes em outro município ou fora de sua seção eleitoral de origem 1. Apresentação Este projeto propõe a criação de um procedimento eleitoral que permita ao cidadão que se encontre fora de seu domicílio eleitoral exercer o direito ao voto presencial no próprio dia da eleição, em um local de votação próximo de onde estiver. A proposta consiste em disponibilizar, nos locais de votação uma urna eletrônica ou seção especial destinada ao atendimento desses eleitores, permitindo que sejam identificados, submetidos aos procedimentos regulares de segurança e encaminhados para votar normalmente, sem a necessidade de retornar à cidade de origem exclusivamente para essa finalidade e sem depender de uma habilitação prévia específica para votar naquele local. A iniciativa busca aproveitar a estrutura eleitoral já existente, ampliar as possibilidades de participação do eleitor e reduzir deslocamentos, filas e procedimentos administrativos relacionados à ausência do domicílio eleitoral. 2. Identificação do problema No dia das eleições, há cidadãos que se encontram em municípios diferentes daqueles em que estão registrados eleitoralmente. Entre os motivos estão compromissos profissionais, viagens, visitas familiares, tratamentos, mudanças temporárias de residência e outras circunstâncias da vida cotidiana. Parte dessas pessoas comparece aos locais de votação para registrar a justificativa de ausência, pois não pode votar na seção eleitoral de origem. Embora a justificativa seja um procedimento necessário nas situações previstas pelas regras eleitorais, ela não permite que o eleitor exerça naquele momento o direito de votar. Surge, portanto, uma oportunidade de aperfeiçoamento: avaliar a possibilidade de transformar parte desse atendimento presencial em uma oportunidade efetiva de votação, desde que atendidos os requisitos legais, técnicos e de segurança. 3. Objetivo geral Criar um mecanismo complementar de votação presencial que permita ao eleitor fora de seu domicílio eleitoral votar no próprio dia da eleição, em local autorizado pela Justiça Eleitoral, mediante identificação segura e observância das regras aplicáveis aos cargos em disputa. 4. Objetivos específicos 1. Ampliar as alternativas para o exercício presencial do voto. 2. Reduzir deslocamentos entre municípios exclusivamente para votar. 3. Diminuir a dependência de procedimentos de justificativa quando houver possibilidade legal de votação. 4. Aproveitar prédios, instalações e equipes eleitorais já disponíveis. 5. Preservar a identificação individual, o sigilo do voto e a integridade da apuração. 6. Desenvolver uma alternativa acessível a cidadãos que não tenham conseguido realizar previamente os procedimentos necessários para votar em trânsito. 7. Avaliar a viabilidade de implantação gradual, com acompanhamento dos resultados e aperfeiçoamento contínuo. 5. Descrição da proposta A proposta é que a Justiça Eleitoral avalie a instalação de uma urna ou seção eleitoral especial nos locais para atender eleitores cujo domicílio eleitoral esteja situado fora do município em que se encontram no dia da eleição. O atendimento seria identificado por uma placa informativa, com a seguinte mensagem: ELEITOR DE OUTRO DOMICÍLIO ELEITORAL? VOCÊ PODE VOTAR AQUI, SE ESTIVER HABILITADO PELO SISTEMA. O cidadão seria encaminhado a um mesário responsável pelo atendimento, que verificaria sua identidade e consultaria o sistema eleitoral para confirmar sua situação e as condições em que poderia votar naquele local. Confirmada a elegibilidade, o eleitor seria direcionado à urna correspondente, com acesso exclusivamente às opções de votação legalmente permitidas para sua situação. A proposta não prevê votação sem identificação, dispensa de controles ou alteração informal do resultado eleitoral. Ao contrário, busca utilizar os mecanismos oficiais de segurança para ampliar as alternativas de atendimento ao eleitor. 6. Como funcionaria o procedimento Etapa 1 — Recepção do eleitor O cidadão comparece ao local de votação e informa que seu domicílio eleitoral é diferente daquele correspondente à seção em que está presente. Etapa 2 — Conferência de identidade O mesário solicita o documento oficial de identificação e realiza os procedimentos de conferência previstos pela Justiça Eleitoral. Etapa 3 — Verificação cadastral e biométrica Quando aplicável, são realizadas a consulta ao cadastro eleitoral, a verificação biométrica e as demais verificações necessárias para confirmar a identidade, a regularidade e a possibilidade de votação. Etapa 4 — Definição da modalidade de votação O sistema identifica o domicílio eleitoral de origem, a eleição em andamento e os cargos para os quais o eleitor pode votar naquela modalidade. A Justiça Eleitoral deverá definir como serão tratados os votos destinados a diferentes circunscrições eleitorais, garantindo que cada voto seja computado exclusivamente na eleição correspondente. Etapa 5 — Encaminhamento à urna especial Após a autorização do sistema, o eleitor é encaminhado à urna designada para esse atendimento. Etapa 6 — Votação O cidadão vota individualmente, em cabine reservada, seguindo as instruções habituais e mantendo o sigilo de suas escolhas. Etapa 7 — Registro e controle O sistema registra a votação conforme as regras oficiais, impedindo a duplicidade de votos e preservando a integridade dos registros eleitorais. Fornece um comprovante dessa votação tipo ticket . Etapa 8 — Encerramento do atendimento Concluída a votação, o eleitor deixa o local sem necessidade de realizar uma justificativa para aquela ausência, desde que sua votação tenha sido validamente registrada para o turno correspondente. 7. Segurança e integridade eleitoral A implantação do projeto deverá observar rigorosamente os princípios e as normas aplicáveis ao processo eleitoral brasileiro. Entre os requisitos fundamentais estão: • Identificação segura: confirmação de que a pessoa que comparece é a titular da inscrição eleitoral. • Prevenção de duplicidade: bloqueio de qualquer tentativa de votar mais de uma vez no mesmo turno. • Sigilo do voto: impossibilidade de associar publicamente a identidade do eleitor às suas escolhas. • Integridade da apuração: encaminhamento dos votos à circunscrição eleitoral competente, conforme as regras aplicáveis. • Rastreabilidade administrativa: registro dos procedimentos de habilitação e atendimento, sem comprometer o segredo do voto. • Fiscalização: observância dos mecanismos de auditoria e fiscalização previstos pela legislação eleitoral. • Proteção de dados: utilização das informações pessoais exclusivamente para as finalidades autorizadas. A urna especial deverá integrar o sistema oficial da Justiça Eleitoral. Não se propõe a criação de um sistema paralelo ou a utilização de equipamentos sem autorização. 8. Requisitos técnicos e jurídicos Antes da implantação, o TSE deverá avaliar a necessidade de alterações legislativas, regulamentares e operacionais. O estudo deverá esclarecer, entre outras questões: 1. Se o eleitor poderá ser habilitado no próprio dia da eleição, sem solicitação prévia. 2. Quais cargos poderão ser votados conforme o domicílio eleitoral de origem e o local de atendimento. 3. Como o sistema identificará e encaminhará corretamente os votos destinados a diferentes circunscrições. 4. Como impedir que o eleitor vote novamente em sua seção original. 5. Quais adaptações serão necessárias nas urnas eletrônicas, nos sistemas de identificação e na totalização dos resultados. 6. Como dimensionar a quantidade de urnas, mesários e equipamentos necessários. 7. Como garantir a fiscalização, a auditoria e a transparência do procedimento. A proposta deverá ser compatibilizada com as regras vigentes para o voto em trânsito e com as competências dos órgãos da Justiça Eleitoral. 9. Benefícios esperados Para o cidadão • Maior comodidade para exercer o direito ao voto. • Menor necessidade de deslocamentos entre cidades. • Redução de custos de transporte e de tempo. • Mais alternativas para quem estiver temporariamente fora de seu domicílio eleitoral. Para a administração eleitoral • Possibilidade de racionalizar o atendimento presencial. • Melhor aproveitamento de instalações e recursos existentes. • Potencial redução da demanda por justificativas presenciais em situações abrangidas pelo novo procedimento. • Dados operacionais que permitam aperfeiçoar o planejamento eleitoral. Para a sociedade • Ampliação das possibilidades de participação democrática. • Maior compatibilidade entre a organização eleitoral e a mobilidade da população. • Modernização dos serviços públicos, sem renunciar à segurança e à confiabilidade do voto. Os benefícios deverão ser mensurados por meio de estudos e projetos-piloto, sem presumir previamente a redução de custos ou de filas. 10. Indicadores de avaliação Para verificar a eficácia da proposta, recomenda-se acompanhar: • Número de eleitores atendidos pela modalidade. • Tempo médio de identificação e habilitação. • Quantidade de atendimentos concluídos com sucesso. • Ocorrências de inconsistência cadastral ou tentativa de duplicidade. • Custos de implantação e operação. • Impacto sobre as filas de atendimento e de justificativa. • Conformidade dos procedimentos com as normas eleitorais. • Avaliação dos eleitores e dos servidores envolvidos. 12. Solicitação ao Tribunal Superior Eleitoral Diante do exposto, solicita-se ao Tribunal Superior Eleitoral que avalie a viabilidade jurídica, técnica e operacional da criação de uma modalidade complementar de votação presencial para eleitores que se encontrem fora de seu domicílio eleitoral no dia da eleição. Solicita-se, ainda, que sejam estudadas as adaptações necessárias para permitir a identificação do eleitor no próprio local de atendimento, a verificação de sua elegibilidade, a habilitação segura para votar e o encaminhamento correto dos votos, preservando integralmente o sigilo, a unicidade e a legitimidade do processo eleitoral. A proposta pretende contribuir para uma Justiça Eleitoral cada vez mais acessível, eficiente e compatível com a realidade de uma população que se desloca diariamente entre cidades e estados. 13. Considerações finais O voto é um instrumento fundamental de participação democrática. Por isso, é legítimo estudar soluções que facilitem seu exercício, respeitando as normas e os controles necessários à proteção da vontade de cada eleitor. A presente proposta não pretende substituir os procedimentos eleitorais , mas apresentar uma alternativa para análise institucional, com implantação condicionada à viabilidade jurídica e técnica. A ideia central é simples: permitir que o cidadão que esteja fora de seu domicílio eleitoral tenha a oportunidade de votar presencialmente no próprio dia da eleição, sempre que sua identidade, sua elegibilidade e as condições legais de votação puderem ser confirmadas com segurança.

sexta-feira, abril 24

Educação e reestruturação comportamental ensinar, não só punir. CASAIS SUBSTITUIÇÃO AO MONITORAMENTO ELETRÔNICO

PROGRAMA DE TRATAMENTO E REABILITAÇÃO CASAIS EM SUBSTITUIÇÃO AO MONITORAMENTO ELETRÔNICO CONCEITO O presente projeto propõe a criação de um programa inovador que integra o uso de tornozeleira eletrônica com acompanhamento psicológico, psiquiátrico e educacional, com foco na reabilitação de indivíduos e na prevenção da reincidência criminal. A proposta vai além do controle penal, atuando nas causas profundas do comportamento violento, especialmente em contextos de: Violência doméstica Dependência química Relações abusivas Transtornos emocionais Tornozeleira eletrônica – aspectos psicológicos A tornozeleira não é só um instrumento de controle — ela afeta diretamente a mente da pessoa monitorada. Principais impactos psicológicos: Sensação de vigilância constante → Pode gerar ansiedade, estresse e até paranoia leve. Estigma social → Vergonha, isolamento, dificuldade de reintegração. Perda de autonomia → Sensação de aprisionamento mesmo fora da prisão. Efeito positivo possível → Para alguns, funciona como limite externo que ajuda no autocontrole. sem apoio psicológico, a tornozeleira pode aumentar sofrimento e até risco de reincidência. Necessidade de acompanhamento psicológico e psiquiátrico Problemas frequentes nesse público: Traumas (infância, violência, abandono) Dependência química (álcool e drogas) Transtornos como: Ansiedade Depressão Impulsividade/agressividade Distorções cognitivas (ex: “a pessoa é minha”, “tenho direito sobre o outro”) Sentimento de posse e relações abusivas Esse é um dos fatores mais críticos, principalmente em casos de violência doméstica. Origem do sentimento de posse: Cultura machista ou autoritária Baixa autoestima Medo de abandono Histórico de rejeição ou traição Consequências: Controle excessivo Ciúmes patológico Violência psicológica e física 👉 Isso precisa ser trabalhado com terapia — não muda só com punição. Drogas e álcool Substâncias como álcool e drogas: Reduzem o controle emocional Aumentam impulsividade Potencializam agressividade Em muitos casos, estão diretamente ligados aos crimes que levaram ao uso da tornozeleira. Abordagem necessária: Tratamento de dependência Grupos terapêuticos Acompanhamento contínuo Saúde mental do casal Esse é um ponto muito inteligente do seu estudo — olhar não só o indivíduo, mas a relação. Situações comuns: Relações tóxicas e dependentes Ciclos de violência (agressão → arrependimento → repetição) Vítima também com sofrimento psicológico (ansiedade, medo, depressão) Intervenções possíveis: Terapia individual (para ambos) Terapia de casal (quando seguro) Educação emocional e comunicação Importante: nem todo casal deve ser mantido — segurança da vítima vem primeiro. Educação e reestruturação comportamental ensinar, não só punir. Programas recomendados: Educação emocional Controle da raiva Relações saudáveis Responsabilidade afetiva Reeducação sobre gênero e respeito Proposta de modelo ideal Você pode estruturar como um programa: “Programa Integrado de Monitoramento e Reabilitação” Inclui: Uso da tornozeleira eletrônica Avaliação psicológica inicial Acompanhamento semanal Tratamento para dependência química Grupos educativos Apoio psiquiátrico (quando necessário) Avaliação da dinâmica do casal A tornozeleira eletrônica, sozinha, é apenas controle. Mas associada a acompanhamento psicológico, educação e tratamento, ela pode se tornar uma ferramenta real de transformação social. Substituir parcial ou totalmente o uso da tornozeleira eletrônica por um modelo baseado em: Tratamento psicológico + psiquiátrico + acompanhamento social Reduz-se a dependência de vigilância estatal ,Diminui-se o custo com polícia, sistema prisional e tecnologia Aumenta-se a recuperação real do indivíduo TESE PRINCIPAL “É mais barato tratar do que vigiar.,E infinitamente mais barato reabilitar do que reincarcerar.” COMPARAÇÃO DE CUSTOS MODELO ATUAL CUSTO ALTO E CONTÍNUO Tornozeleira eletrônica ,Sistema de monitoramento 24h ,Equipes de vigilância ,Custos policiais Sistema judicial recorrente ,Possível reincidência → prisão → alto custo carcerário Custo contínuo + baixa resolução do problema MODELO PROPOSTO Psicólogo sessões semanais , Psiquiatra quando necessário , Medicamentos casos específicos Grupos terapêuticos , Educação comportamental RESULTADO -Redução da reincidência , Menor uso do sistema prisional , Menor necessidade de vigilância LÓGICA DE ECONOMIA - Reduções diretas: Menos tornozeleiras ativas ,Menos custo com centrais de monitoramento Menos acionamento policial ,Menos processos judiciais repetidos , Menos encarceramento Ganhos indiretos: Pessoas voltam a trabalhar , Menor impacto no sistema de saúde pública violência Redução de afastamentos e internações , Reestruturação familiar DIFERENCIAL ESTRUTURAL Modelo atual: Controle externo medo da punição Modelo proposto: Controle interno consciência + tratamento COMO FUNCIONA NA PRÁTICA Substituição gradual: Fase 1 — Avaliação Identificação do perfil psicológico ,Classificação de risco Fase 2 — Decisão judicial Casos de baixo e médio risco → elegíveis para substituição , Casos de alto risco → modelo híbrido (tornozeleira + tratamento) Fase 3 — Tratamento obrigatório Sessões semanais com psicólogo , Acompanhamento psiquiátrico se necessário Uso de medicação quando necessário controle de impulsividade, ansiedade, etc. Grupos de reeducação Fase 4 — Redução progressiva do controle Menos vigilância ,Mais autonomia monitorada por relatórios clínicos PAPEL DOS MEDICAMENTOS Uso estratégico quando necessário:.Controle de impulsividade Redução de agressividade ,Tratamento de ansiedade e depressão , Apoio na abstinência de álcool e drogas Isso reduz drasticamente comportamentos de risco. FOCO EM CASOS CRÍTICOS Especial atenção para:,Violência doméstica ,Dependência química ,Comportamento obsessivo/possessivo IMPACTO NA MÁQUINA PÚBLICA redução Sistema policial ,Sistema carcerário Demandas judiciais ,Custos hospitalares por violência INDICADORES DE SUCESSO,Taxa de reincidência ↓ ,Violência doméstica ↓ ,Internações por agressão ↓ Uso de drogas ↓ Reintegração social ↑ objetivo Reduzir gastos públicos, Melhorar indicadores de segurança Mostrar inovação em políticas públicas, Atuar na raiz do problema (não só na consequência) MODELO HÍBRIDO IMPORTANTE Você não elimina totalmente a tornozeleira — isso é estratégico. propõe:Uso seletivo ,Redução progressiva , Substituição onde for mais eficiente “Menos vigilância, mais transformação., Menos custo, mais resultado. Menos prisão, mais reabilitação.” VALORES “FACTÍVEIS” estimativas conservadoras “Estimativa média mensal por monitorado” ,“Cenário de 1.000 pessoas atendidas” “Projeção anual baseada em dados públicos” BASE REALISTA DE CUSTOS BRASIL Valores aproximados usados em estudos públicos: Modelo atual (por pessoa/mês): Tornozeleira + monitoramento: R$ 250 a R$ 600 Custo indireto (polícia, sistema, reincidência): pode ultrapassar R$ 1.000 ,Total estimado: R$ 800 a R$ 1.500/mês por pessoa 🟢 Modelo proposto tratamento: Psicólogo: R$ 150 a R$ 300/sessão (1x semana) , Psiquiatra (média mensal): R$ 150 a R$ 300 Medicamentos: R$ 50 a R$ 200 , Total estimado: R$ 700 a R$ 1.200/mês A GRANDE ECONOMIA O ganho real não é só mensal — é estrutural:Reincidência criminal ,Prisões Custos judiciais ,Internações por violência ,Uso da máquina policial “Em um grupo de 1.000 monitorados…” Modelo atual: até R$ 1,5 milhão por mês mês Modelo Proposto cerca de R$ 900 mil a R$ 1,2 milhão/mês Economia direta: até R$ 600 mil por mês , R$ 7,2 milhões por ano com redução de reincidência: economia pode ultrapassar R$ 15 milhões/ano “O Estado gasta mais tentando controlar do que investindo para transformar.”

quarta-feira, março 25

PRUMO ALINHAMENTO COM DEUS

Prumo Independentemente do tipo de prumo que você utilize, o princípio básico é o mesmo: garantir o alinhamento vertical . Trata-se de um peso suspenso por um fio ou corda, que, devido à gravidade, cria uma linha reta vertical. Seu uso é fundamental para garantir que paredes, colunas e outros elementos verticais de uma edificação fiquem alinhados corretamente. Prumo de corda - consiste em um peso de metal geralmente de chumbo preso a uma corda fina. Quando suspenso, o peso cria uma linha reta pela ação da gravidade, permitindo ao pedreiro conferir o alinhamento vertical das paredes e outros elementos estruturais. Prumo de Face - Este tipo é utilizado principalmente em alvenaria, pois é preso diretamente na face da parede. Ele tem a vantagem de deixar as mãos do pedreiro livres para que ele possa trabalhar enquanto confere o alinhamento vertical da superfície. Prumo a Laser Este modelo mais moderno utiliza tecnologia a laser para criar uma linha de referência vertical de forma precisa. O uso adequado do prumo evita que estruturas fiquem tortas, o que pode comprometer a estabilidade e a segurança da edificação. É fundamental em qualquer etapa da construção em que haja alinhamento vertical, garantindo que o resultado final seja seguro e esteticamente correto. E o SENHOR me perguntou: "O que você está vendo, Amós? " "Um prumo", respondi. Então disse o Senhor: "Veja! Estou pondo um prumo no meio de Israel, o meu povo; não vou poupá-lo mais. Prumo - pode significar chumbo - minério fundido em fornos - ou estanho que é permanência e legilibilidade tipo uma solda. Metal valioso que pode ser polido - assim os artistas derretem o sombrio minério de chumbo amontoando brasas sobre suas cabeças que nesse calor amavel metais aprendem a brilhar e pura da escória a prata aprende a brilhar. E estenderei sobre Jerusalém o cordel de Samaria e o prumo da casa de Acabe; e limparei a Jerusalém, como quem limpa o prato, limpa-o e vira-o para baixo. Por isso, o SENHOR Deus diz: “Estou colocando em Sião uma pedra, uma pedra preciosa que eu escolhi, para ser a pedra principal do alicerce. Nela está escrito isto: ‘Quem tem fé não tem medo.’ Como prumo, usarei a justiça, e a honestidade será a minha medida.” O prumo é uma ferramenta simples e essencial para garantir o alinhamento vertical perfeito em diversas etapas de uma construção, especialmente na alvenaria. lançando o prumo, acharam vinte braças; passando um pouco mais adiante, tornando a lançar o prumo O rumo mostra a verdade padrão de justiça de Deus Revela precisão alinhar, avaliar e revelar o que está fora do padrão de DEUS referencia absoluta da verdade , alinhamento e justiça

domingo, fevereiro 15

PLANTAR CEBOLA -

1) Objetivo do Plano Manter produção e colheita de cebola todos os meses do ano, reduzindo períodos sem oferta e garantindo fluxo de renda constante. ________________________________________2) Estrutura do Terreno (Talhões) Modelo 1 (mais simples e eficiente) 5 talhões = 1 plantio por mês • Talhão 01 → Janeiro • Talhão 02 → Fevereiro • Talhão 03 → Março ... • Talhão 12 → Dezembro ➡️ Assim a área funciona como uma “esteira de produção”. Modelo 2 (mais profissional e regular) 10 talhões = plantio a cada 15 dias ➡️ Colheita mais uniforme, menos risco de perder preço. ________________________________________3) Princípio da Regularidade A cebola precisa ser tratada como indústria: 📌 “Se plantar sempre, colhe sempre.” Então o projeto define um padrão: 🔁 Plantar: • todo mês (modelo 12 talhões) ou • a cada 15 dias (modelo 24 talhões) ________________________________________4) Ciclo da cebola (base do planejamento) O plano se organiza assim: • Cebola precoce → 90 a 120 dias • Cebola média → 120 a 150 dias • Cebola longa → 150 a 180 dias 📌 Então o projeto prevê uma “fila de produção”: Plantio constante → colheita constante após 3 a 6 meses. ________________________________________5) Hidrogel como ferramenta estratégica O hidrogel entra como “seguro climático”: ✅ reduz estresse hídrico ✅ melhora pegamento de muda ✅ diminui falha de plantio ✅ estabiliza crescimento ✅ reduz gasto com água ✅ melhora uniformidade do bulbo No modelo genérico, ele é obrigatório principalmente em: • solos arenosos • regiões secas • plantio de calor • plantio com risco de falha hídrica ________________________________________6) Como o plano se adapta a cada região A adaptação regional se baseia em 3 ajustes: A) Ajuste 1: Variedade (fotoperíodo) Cada região escolhe variedade conforme: • dia curto • dia intermediário • dia longo Isso é o coração da adaptação. B) Ajuste 2: Época (temperatura) Se estiver muito quente: ➡️ muda o mês do plantio ou escolhe variedade mais resistente. C) Ajuste 3: Sistema de irrigação • gotejo (melhor) • aspersão • sulco O hidrogel ajuda em qualquer um, mas o ideal é combinar com gotejo. 7) Regra de ouro do projeto (para manter regularidade) Nunca plantar toda a área de uma vez. Porque se plantar tudo junto: • colhe tudo junto • vende tudo barato • e depois passa meses sem renda Então o plano define: ✅ máximo 8% a 10% da área plantada por mês (modelo 12 talhões) ou ✅ máximo 4% a 5% por quinzena (modelo 24 talhões) ________________________________________8) Resultado prático desse modelo Com esse sistema você cria: “Uma fazenda que produz cebola o ano inteiro” com: • renda mensal • controle de mão de obra • melhor uso de irrigação • colheita escalonada • poder de negociação no mercado ________________________________________9) o projeto (como documento estratégico) Esse projeto pode ser escrito como um Plano de Produção Contínua de Cebola, contendo: 1. Objetivo 2. Talhonamento (05 ou 10 ) 3. Cronograma de plantio contínuo 4. Estratégia de variedades por fotoperíodo 5. Manejo do hidrogel 6. Irrigação recomendada 7. Manejo nutricional padrão 8. Controle preventivo de pragas e doenças 9. Planejamento de colheita e cura 10. Fluxo de comercialização mensal ________________________________________

quinta-feira, janeiro 22

LIXO HOSPITALAR - NITRO-CLEAN-

Tambor Criogênico Hospitalar com Rotor Triturador e Aspersão de Nitrogênio Material: Aço inoxidável ou polímero técnico de alta resistência, com isolamento térmico. Funcionamento: Aspersão de Nitrogênio Líquido: Sistema interno que libera jatos controlados de nitrogênio, congelando imediatamente o lixo hospitalar (inclusive resíduos orgânicos e contaminantes). Tornando o Lixo Inerte: A criogenia elimina riscos biológicos, neutralizando vírus, bactérias e odores. Triturador com Rotor Inferior: Após a inativação, um rotor de aço no fundo do tambor tritura o conteúdo congelado até virar pó ou partículas finas. Vantagens: Reduz drasticamente o volume do lixo. Elimina a necessidade de transporte ou descarte especializado. Pode ser manuseado como lixo comum, após a inativação e trituração. Ideal para hospitais, clínicas, laboratórios e centros de coleta. Extras: Display digital para controle de temperatura e ativação do sistema. Pode ser equipado com rodas para fácil locomoção entre setores. O NitroClean - utiliza nitrogênio líquido como agente de congelamento instantâneo, combinado a um sistema de trituração com eixo central duplo em espiral, capaz de reduzir significativamente o volume de resíduos hospitalares, tornando-os mais seguros para transporte e descarte. Podendo ser em modelos com capacidades de 60, 100 e 500 litros, o sistema conta com: Estrutura reforçada com visor transparente frontal; Tampa com trava de segurança; Botija externa de nitrogênio acoplada; Eixo triturador removível com duplo S invertido; Rodas traseiras para mobilidade; Painel de comando digital com opção de tomada elétrica (versão plug-in); Arcos internos perfurados para dispersão homogênea do gás. Para ilustrar a complexidade e o cuidado construtivo, o projeto inclui uma imagem técnica com todos os componentes desmembrados: corpo do cesto, motor, botija, eixo, rodas, tampa e difusores. Este sistema visa melhorar a eficiência hospitalar, reduzindo riscos biológicos e a quantidade de viagens para descarte externo, além de contribuir com metas ambientais por meio do reaproveitamento de materiais pós-processamento. O NitroClean é uma solução robusta, prática e essencial para instituições de saúde que buscam inovação com responsabilidade. Os recipientes podem ser de AÇO OU PLÀSTICO (IDEAL SERIA ATÉ QUE FOSSEM DE RECICLADOS FRUTO DA RECICLAGEM )

domingo, janeiro 11

MÃO NA CARNIÇA

https://goncalezjl.wordpress.com/2011/10/03/colocar-as-maos-na-carnica/

ESCAMOSO

**** Metido, se acha, enjoado, não me toque. ********************************************************************* https://goncalezjl.wordpress.com/.../2011/09/escamas.pdf ********************************************************************** https://jlgoncalez.blogspot.com/2024/01/carpa-inimiga-de-asmodeus-esh-ma-devah.html#google_vignette

https://7828542.usana.com/s/OYyAT3

PELO FIM DAS ABSTENÇÕES Voto em Qualquer Local Autorizado - TODO LOCAL DE VOTAÇÃO

PROJETO DE MODERNIZAÇÃO ELEITORAL Voto presencial fora do domicílio eleitoral no próprio dia da eleição Proposta de criação de seções ou u...